terça-feira, março 08, 2011

Progresso e retrocesso


Esse final de semana foi de progresso em algumas coisas e total retrocesso em outras.

Progresso: tô aprendendo a fazer coisas mulherzinha, como pintar as unhas, sozinha. E também a fazer as próprias sombrancelhas. Isso é bom por dois motivos: um - aprendo a fazer algo novo, e dois - economizo! Isso contribui pra minha meta de economizar um pouco de dinheiro.
Também dei início ao plano de meditação - comprei dois livros sobre o assunto!

Retrocesso: A dieta foi pro espaço no feriado, e claro que não fiz exercícios. Bem ruim.
Eu ia limpar a casa no feriado, mas não limpei. Tá o caos! Suja e bagunçada. Ainda bem que a semaninha é super curta, então vai dar pra dar um jeito.

Como disse a mana, às vezes eu também me pego super deprimida, com a sensação de que tá tudo muito ruim. Eu sei que é verdade que aconteceram várias coisas super ruins pra mim nos últimos anos. Mudanças drásticas que me deixaram muito mal. Tento encarar de maneira otimista e pensar que as mudanças foram necessárias e vieram pra melhorar a minha vida. Mas às vezes parece que voltei para trás da estaca zero, estou num número negativo e queria aquela vida que eu tinha antes de volta.
Esse negócio de ser a própria manicure pode parecer ridículo, mas não é. Anos e anos eu disse a mim mesma que não tinha coordenação motora suficiente e que era muito difícil. Só que a verdade é que, na minha história, sempre que eu realmente quis fazer alguma coisa, eu consegui. Ainda que fosse difícil.
Eu queria entender por que a gente faz isso? Porque a gente fica dizendo a si mesmo: não posso, não consigo, é muito difícil, é impossível? Às vezes são umas coisas tão banais, como isso, de pintar as próprias unhas.
E então eu me parei a pensar numa coisa que eu digo que quero há muito tempo, mas nunca fiz absolutamente nada para conseguir. Porque eu tenho muito medo. Porque eu terei de fazer sozinha e isso me assusta muito. Mas a verdade é que estamos todos sozinhos no mundo. Especialmente para as coisas que queremos e precisamos fazer. Não há quem nos salve, precisamos nos salvar. Eu já sei disso há muito tempo, mas venho fingindo, venho esperando aquele príncipe no cavalo branco que não chega nunca.
Já é hora de eu ir fazer o que tem que ser feito. Vou ter que tirar forças do dedão do pé, mas preciso fazer. Eu achava que a minha vida tinha mudado radicalmente por causa dos eventos que eu citei aí em cima, mas a mudança, agora percebo, está começando nesse exato minuto.

Beijos da Taís.

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